sobre mim

Nasci na cidade de Lisboa em 1960, na única freguesia com o nome de dois santos, São Cristóvão e São Lourenço, até 2013, ano da invenção de Santa Maria Maior.

Sobrevivi ao cordão enrolado ao pescoço, ao liceu em Sintra e ao Curso Superior de Jornalismo na capital, e ainda a uma especialização curta, mas intensiva sobre práticas de jornalismo nos novos suportes nos EUA.

Sou jornalista desde 1981. Comecei no Correio da Manhã, passei pela Agência Lusa, fui fundadora e grande-repórter do jornal “Público”, fundadora e editora de Política do “24Horas”. Fiz uma pausa no jornalismo e nomearam-me adjunta do Supremo Tribunal de Justiça.

Depois de ter criado, com a minha amiga economista Maria José Santos, uma empresa inovadora de venda de prosa à medida, a “Énetextos, Carateres Efervescentes”, cujo ‘slogan’ era “Da Carta de Amor ao Jornalismo”, regressei aos jornais.

Deu-me a saudade, fui editora do “Courrier Internacional”. A dada altura passei a diretora da publicação, já em formato de revista, acumulando com o cargo de editora do Internacional do “Expresso”. Depois, tive o prazer de editar o online do jornal, elevando-o a um patamar onde nunca estivera. A seguir, fui escrever para a edição semanal e… cansei-me.

Ao longo dos anos, colaborei com muitos outros órgãos jornalísticos, incluindo a televisão. Posso dizer que, ao longo de mais de 40 anos de profissão, publiquei milhares de artigos e uma dezena de livros.

Publiquei a primeira ficção A Cueca Bibelô em 2007 (escrita muito antes) pela Sinapses, primeira editora nativa da internet. No ano seguinte, saiu a coleção de seis livros com 177 biografias de mulheres, denominada Portuguesas com História, em duas edições distintas, uma para o Círculo de Leitores, outra para a Temas & Debates.

Em 2012, selecionei cem dessas biografias para a Temas & Debates lançar 100 Portuguesas com História.  Dois anos passados, publiquei o romance histórico O Assassino do Aqueduto, pela Esfera dos Livros. Em 2017, escrevi a história de 23 criminosas portuguesas que resultaram no livro Mulheres Fora da Lei, publicado pela Desassossego, do grupo Saída de Emergência.

No meio do confinamento motivado pela covid, fui a autora convidada do livro O Deus das Moscas Tem Fome, de Luís Corte Real. Escrevi o capítulo/conto O Feiticeiro da Torre Velha. E, neste momento, estou por conta própria, apostando na escrita de livros e prometendo notícias em breve.

Scroll to Top